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VAMOS COMBINAR? RESPEITO PROFISSIONAL É BOM E EU GOSTO

  • Sirlene Milhomem
  • 31 de mar. de 2023
  • 2 min de leitura

Um cliente de assessoria de imprensa da agência me ligou, logo cedo, dizendo que queria falar comigo. Na reunião – naquela época presencial porque a gente ainda não estava vivendo a loucura da pandemia da covid 19 – ele me disse que a empresa iria fazer um evento interno, tradicional do seu calendário anual, mas que cuidaria de tudo pessoalmente. “Tudo”? Pensei...


Na reunião ele queria mesmo “era checar comigo as necessidades de comunicação”. Então entendi que ele sabia que aquele job não estava no nosso escopo de trabalho, que foi contratado e sacramentado.


Mas não vi problema em colaborar, em nome do bom relacionamento estabelecido com esse cliente. Prontamente fiz um check list verbal para ele: comecei perguntando da definição do local. Ele disse que seria fora de Goiânia, mas ainda não tinha o número de participantes fechado. Não tinha nem ideia de quantas pessoas iriam... “Problema”, pensei. Mas segui o check list: equipamentos necessários como som, microfones, data show... “Para isso daria um jeito”, disse o cliente. Continuei: convite, follow-up, programação visual, crachás, receptivo e registro de presenças, cerimonial, certificados, cobertura de vídeo e foto, brindes... Aí ele arregalou o olho e disse: “é isso mesmo que previ; quero só que você oriente a minha turma sobre esses itens e indique os fornecedores.”


Bem, minha reação, tranquila e calma (só que não) foi dizer: “Ok. Vou fazer uma proposta de serviço extra com a assessoria necessária para fazer o evento, para o senhor avaliar. Vou incluir a criação da logomarca do evento e das peças gráficas e online, ok?” Ele não disse que não. Mas também nunca me deu retorno sobre a proposta financeira. A nossa agência assessorou o evento que correu redondinho e no final explicamos que não trabalhamos dessa forma. Que serviços extras precisam ser remunerados. E no final? A empresa não está mais no nosso rol de clientes porque onde não há respeito, não há futuro.

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