INOVAÇÃO X MODISMO. SAIBA DIFERENCIAR PARA NÃO PERDER DINHEIRO.
- Sirlene Milhomem
- 18 de jun. de 2019
- 2 min de leitura

Em outubro de 2018, o IBGE divulgou levantamento que mostra que mais empresas foram fechadas que abertas no país. A taxa de sobrevivência de empresas em Goiás ficou em 84,3% no ano 2016. Naquele ano, 27 mil empresas fecharam suas portas no Estado. E o que esses números têm a ver com a comunicação das empresas?
Tenho duas histórias para contar.
A primeira é de uma empresa goianiense que resolveu mudar. Fazer diferente. Lançou uma nova marca no mercado com tudo que estava na moda. Comunicação do novo produto também tinha que ser diferente: pegada jovem. O empreendedor só não sabia de fato por que mudar sua receita de sucesso optando por uma nova. E não conseguiu explicar para o formador de opinião o propósito da mudança, nem convenceu o cliente. A moda passou e o produto vai de mal a pior.
A outra história é sobre uma empresa, que faz parte de uma rede sistêmica, e que mesmo diante da crise econômica, resolveu inovar em seu segmento incluindo a comunicação corporativa na base da sua gestão estratégica. Ela optou em compartilhar com todos os líderes a responsabilidade de atender às expectativas dos seus clientes sejam internos ou externos, com o apoio das boas práticas de Comunicação. Pesquisas como a GPTW (Great Place to Work) comprovam como o ambiente de trabalho dessa empresa melhorou.
E os resultados financeiros? Bateram em 2018 as arrojadas metas propostas para o negócio.
O primeiro caso é típico da adoção do conceito de mudança sem “propósito”. A partir de uma ideia e não de um projeto. O segundo, de inovação. E agora que você conhece a diferença de modismo e inovação, ligue o sinal de alerta para identificar – e abolir – modismos passageiros. Mas não tenha medo de inovar. Para isso, siga três passos: faça pesquisa com o público-alvo, avalie se a proposta é restrita ou abrangente e capacite facilitadores para implantação. Sucesso!!





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