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DEU RUIM. A IMPRENSA QUER RESPOSTA. E AGORA?

  • Sirlene Milhomem
  • 31 de mar. de 2023
  • 1 min de leitura

De maneira geral, é importante que a assessoria de imprensa de uma empresa siga protocolos pré-estabelecidos (conhecidos e aprovados por todo o staff da empresa) para falar com veículos de comunicação, durante uma gestão de crise. O primeiro e mais importante ponto é: nunca, mais nunca mesmo, deixe de atender a imprensa ou fuja das respostas.


Engana-se quem se “isola” para deixar a crise passar. Claro que para atender a imprensa, os porta-vozes precisam ter passado por media training, mas amarelar na hora H é colocar de cara a empresa no banco dos réus.


Mas isso não é tudo. A explicação dos fatos para a imprensa tem que ser clara, concisa e o crucial: as mensagens precisam esclarecer quais são as medidas que serão tomadas pela empresa. Pedir desculpas em um caso de engano é considerável, mas uma falha que afeta diretamente a vida das pessoas, precisa de correção, de atitude. E a sociedade (e os consumidores) cobrarão, cada vez mais, essa atitude das empresas. Seu cliente passar a optar por um concorrente que está preocupado com pessoas e com o meio ambiente, por exemplo, é uma decisão com grande probabilidade de acontecer.


Durante uma crise ou mesmo em tempos de calmaria, monitorar o que a imprensa fala também é importantíssimo, especialmente sobre o que falam de você. Usar robôs para o monitoramento online da imprensa e também das redes sociais dos veículos de comunicação e formadores de opinião é essencial. Quem não usa tecnologia fica no escuro. Seguir a notícia do momento e o calor das publicações vai embasar gestores para eventuais necessidades de tomada de decisão.

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