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AGUENTA FIRME, COMUNICADOR! NÃO PERCA A TERNURA COM O CHEFE

  • Sirlene Milhomem
  • 18 de jun. de 2019
  • 1 min de leitura

Atualizado: 31 de mar. de 2023



Trabalhar com pessoas jurídicas ou empresas, como queira, pode causar amor à primeira vista e paixão em longo prazo. Mas também pode ter efeito colateral como senso de pertencimento. Isso explica porque comunicadores sofrem tanto quando o cliente insiste em

fazer do nosso trabalho um exercício de "faça o que eu mando" e não "faça o que é, de fato,

importante para a imagem da empresa".


Se fere a marca, viramos bicho, mesmo sabendo que, de alguma forma, corremos o risco de sermos demitidos ou perdermos o contrato de trabalho. Isso pode até acontecer. Mas, depois de três décadas trabalhando com empresas, posso dizer que elas são amores eternos. Cada uma que passa por nós ou pela qual passamos, tem um lugar guardado em nosso coração.


Mas o grande paradigma dessa história é que empresas são formadas por pessoas. Pessoas fazem a gestão empresarial e também nos contratam. Como colaboradores ou prestadores de serviço. O importante é que, em uma posição ou outra, devemos fazer nosso trabalho com a máxima eficiência. Ah, e não se esqueça de medir o resultado!


Mesmo quando a técnica, a experiência e o bom senso forem ignorados, aguenta firme aí comunicador! Faça o que deve ser feito, sem perder a ternura com o chefe ou o cliente, é claro! Uma boa dica é, diante de uma ordem de serviço equivocada (contrária às boas práticas da Comunicação Corporativa) evite o confronto, mas não abra mão de proteger a reputação da marca. A empresa sempre será grata. Empresas têm memória e sempre se lembrarão de você. E não se esqueça: empresas são vitais para a sociedade. Mas isso é tema para outra história!

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